quinta-feira, 30 de agosto de 2012

NHOQUE DA SORTE - ZINGARO

A sorte dessa receita está na felicidade ... você come ... fica feliz ... todo melhora.
Uma receita zingara em terras brasileiras e na Cozinha dos Vurdóns.

500 grs de massa - nhoque pronto e recheado de queijo,
Ferva a água e deixe que vá para cima - retire - ele vai estar no ponto - não tempere a água.
O molho é o segredo:
1 cebola picada,
2 dentes de alho amassados,
3 colheres de sopa de azeite,
1 colher de sopa de sal,
1 xícara(chá) de milho fresco.
Refogue tudo e junte um pouquinho de água, como o milho é natural, deve estar mais cozidinho.
Coloque agora 1 copo de requijão e 1 copo de nata fresca.
Mexa e deixe engossar o molho, devagar, vá colocando o nhoque já cozido.
Tampe a panela e abaixe o fogo por 5 minutos, desligue e monte o prato. 


                                                     Sirva com pepinos recheados.

E quanto  a sorte, esse é um tempero especial, para a vida e para a cozinha. Sorte é uma mãozinha que o universo emprega e empresta a todos nós para vencermos barreiras que as vezes nos parecem intransponíveis.
Ela faz parte dos nossos destinos e dos nossos dias, a sorte também constroi pontes, também derruba barreiras que antes julgávamos inatingíveis.
O melhor acompanhamento pra sorte se chama ação e as duas juntas fazem com que a nossa voz seja ouvida longe. Hoje comemoramos a sorte de mais um setembro, da boa nova que anda nos campos.

1º de setembro
Porta do Sol - Madri - Espanha
Diga Não a Rromafobia

Cozinha dos Vurdóns
Saúde e Liberdade

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

MEXIDO DE CAMARÃO VERDE

Caso fique indignada com o tamanho do camarão próprio pra molho ... esquece a birra, faz um mexido.


Nem todos os camarões são do tamanho que gostaríamos, então aproveite as oportunidades.

3 xícaras de camarão pra molho,
duas cebolas pequenas raladas,
6 flores de brócoles,
1 alho amassado, sal e azeite.


Refogue tudo e deixe que a própria água dele cozinhe o camarão, depois coloque o suco de 1 limão e 2 xícaras grandes de arroz já cozido e pronto. Mexa. Abaixe o fogo e coloque /2 xícara de chá de água. Tampe e deixe cozinhar em fogo baixo por 5'. Desligue e coma. 
Dá pra fazer com peixe, mexilhões e coisinhas assim. Rápido, prático, econômico e delicioso. O que importa são as companias.

 Uma das variáveis da cozinha dos carroções que mais nos encantam é a cozinha simples, farta e tranquila. Onde o que mais importa são as pessoas que se sentam a mesa pra conversar sobre muitas coisas.

Hoje falamos bastante da nossa Maria de Cadiz, ela costuma dar idéias e nem imagina a revolução que isso causa. Em breve saberá...

e os trabalhos avançam...
A cozinha agradece aos amigos e amigas, que com carinho, vão nos levando pra frente e nos ajudando a vencer barreiras

sábado, 25 de agosto de 2012

Garou - GITAN



Uma cozinha feliz

a letra é para que nem a Carlota e nem eu nos percamos nos olhos azuis do moço...

Cigano

Cigano,
Criança, eu sonhava.
Em viver livre como um cigano

Via praias
De areia preta
Onde corriam cavalos selvagens

E desenhava nos meus cadernos
os caminhos secretos
Das montanhas da Espanha

Cigano,
Quando mais tarde
eu aprendia os meus primeiros acordes no violão

E nas estradas eu partia sem bagagem,
sonhando com outras paisagens

Onde ia seguindo o povo viajante
nas suas caravanas,
ao som dos violinos ciganos

(refrão)
Viver minha vida como um cigano
Ter a música no sangue,
e para o amor tendo na pele,
uma só mulher de uma vez

Viver minha vida como um cigano,
viver minha vida como a quero
Ter a liberdade como bandeira,
sem fé nem lei como credo

Cigano,
Eu sou e ficarei enquanto
eu viver

No meu violão o som da América,
e minhas paisagens
grandes espaços brancos

Que percorro na minha caravana
em eterno exílio,
na selva das cidades

(refrão)

Laï - Laï - Laï - Laï

Viver minha vida como um cigano
Ter a música no sangue,
e para o amor tendo na pele,
uma só mulher de uma vez

Laï - Laï - Laï - Laï

Viver minha vida como um cigano,
viver minha vida como a quero
Ter a liberdade como bandeira,
sem fé nem lei como credo

Laï - Laï - Laï - Laï

Viver minha vida como um cigano

Cozinha dos Vurdóns

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Les Roms - chanson originale



"A  fome, a miséria, a discriminação e o preconceito, não podem ser a herança de um povo."
Lutamos por um mundo que respeite as diferenças. 

AMSK/Brasil
 http://baxtalo.wordpress.com/2012/08/16/la-politica-de-expulsion-de-los-rroms-es-una-verguenza-para-un-gobierno-de-izquierdas/
He aquí una canción escrita en el año 2010 (autores Jean Riboulet y Bruno Dromigny) recogida en el CD “Le pas sur la plage”, que salió en enero del 2011.

Les Roms (Los Gitanos)
Habían caminado mucho tiempo
desafiando el frio y el viento
Los Rroma, Los Rroma han llegado
Llenos de esperanza
Un hatillo a reventar
y los niños empujando

Los Rroma, los Rroma han llegado
Llenos de esperanza
Una guitarra usada atada a la espalda

con la fe en el alma han atravesado la noche
han acampado al azar
allí donde padecieron
Los Rroma, los Rroma esperaban
otra vida
en los bosques, frágiles murallas
que les acerca a alguna parte
Los Rroma, los Rroma esperaban
las ganas

Su cante herido de lanza reclama al cielo
un poco de alegría, de felicidad y de miel
Vieron al hombre una mañana
y los polis en el camino
Los Rroma, los Rroma se sabían

Sin patria
Son cazados, mendigan
su desgracia loca los engrandece
Los Rroma, los Rroma se sabían

sin amigos
Sus ojos cansados pedían perdón
por su calamidad, el espíritu a jirones
Se han marchado hacia el avión
lanzados a un triste horizonte
Los Rroma, los Rroma rechazaban
la otra vida
la vuelta a la miseria
la nada, el hambre, el desierto
Los Rroma, los Rroma rechazaban
los cuchitriles
Y la guitarra usada bajo sus dedos agriados
el corazón a pedazos, cantan y rezan
han caminado largo tiempo
afrontando el frio y el viento
Los Rroma, los Rroma han llegado
llenos de esperanza

Pero la canción que tocan con sus dedos magullados
nos enseña que no podemos cazar la vida
un hatillo a reventar
y los niños empujando
Los Rroma, los Rroma han llegado
llenos de esperanza.


Essa luta não pertence a apenas um país isolado, um trecho qualquer do mundo ou apenas aos roms da Europa. Pertence a todo aquele que acredita num mundo possível, num mundo melhor. Que crê nas crianças, que acredita e tem fé, que pensa em dividir conhecimentos e construir um lugar melhor para todos. 
Essa é uma luta de todas as crenças e etnias, não existem lados, existe apenas a ignorancia e o racismo, contra a sobrevivencia, o novo e o desconhecido.

Dia 1º de setembro, na Porta do Sol em Madri - Espanha, todos os roms do mundo serão um, lutando contra a Rromafobia.

Cozinha dos Vurdóns

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

MAIS UMA CONVERSA NA COZINHA


GUACAMOLE

delicious cook
3 abacates médios e maduros, retire a polpa com uma colher de chá (fica no tamanho ideal), pode ser cortada em cubinhos também.


1 tomate picadinho,
1\2 cebola picada – média,
1 dente de alho, picado e amassado com 1\2 colher (chá) de sal,
2 colheres (chá) de suco de limão,
2 colheres (chá) de hortelã picada e 1 de coentro picado,
1 pimenta dedo de moça – pequena ou 1 pimenta de cheiro (sem as sementes), picadas.


Coloque tudo em uma tigela bem bonita e misture com cuidado. Tudo deve ficar uniforme, com tempero o suficiente – verifique o sal.
Coma com pão, com uma bela carne assada ou somente ela, a famosa e saborosa Guacamole.

No blog sabores do chefe, com torradinhas

Em Gastronomias e negócios com camarão

Pelos olhos de uma rromí

Essa receita veio do Chile, viajou e chegou por aqui através da Brenda, uma querida amiga. Nas conversas que sempre acontecem com a mesa posta, o curso implementado pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, para Defensores Públicos. Nesse curso, os Quilombolas, as Comunidades Tradicionais e os Ciganos terão sua visibilidade, suas maiores dificuldades serão discutidas e vistas. Olhar para o outro é fundamental e esse olhar deve também partir do poder público, não só dele, mas através dele, no que diz respeito às minorias. Seus direitos devem ser conhecidos e discutidos com uma ótica igualitária, afinal, todos fazem parte dessa imensa nação chamada Brasil. Isso é fortalecer o atendimento as Comunidades Tradicionais, munindo os Defensores Públicos de conhecimento, para que se possa construir um mundo melhor.


leia mais aqui:


É claro que todo esse esforço e esse grande passo, começa com pessoas. Pessoas que acima de seus postos, usam de boa vontade e censo lógico. Traduzindo: sublinhar as leis e fazê-las serem reconhecidas e usadas para seus fins reais. Em suma – valorizar as diferenças, reconhecer suas existências e ajudar a criar uma ponte de reconhecimento entre as partes.

Cozinha dos Vurdóns

sábado, 18 de agosto de 2012

FELIZ ANIVERSÁRIO ISABEL




- Imaginem uma pessoa especial
S - Simplesmente Isabel
A - Amizade que venceu etnias e atravessou o Atlantico,
B - Brindamos mais que a data, brindamos a existencia,
E - Ela; de sinceridade estonteante, permanece sempre conosco,
L - Lugar cativo em nossos corações.

Esse brigadeiro é pra você:

Que seus dias sejam ensolarados,
E que suas noites sejam iluminadas.

Que os ventos soprem serenos,
a caminho do mar e lá encontrem o futuro.

Muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiitos beijos de feliz aniversário.

Das cozinheiras,
Que qualquer dia desses, vão parar o vurdón em Castelo Branco, pra tomar um café, comer um pudim e entregar uns marcadores.

Uma amizade, nunca é distante
porque pra nós o mundo é feito de estradas
e numa dessas foi que encontramos você.

Cozinha dos Vurdóns

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

PEIXE COM ALCAPARRAS

Uma receita antiga, simples e fácil (foto enviada pela Deda)

PEIXE COM ALCAPARRAS

Você vai precisar de um peixe firme - por aqui gostamos de pescada amarela (4 postas limpas) ou abadejo, mas ele deve ser firme.
3 colheres de sopa de alcparras escorridas,
Suco de 1 laranja e de 1 limão,
2 dentes de alho,
4 pitadas de sal,
1 cálice de vinho branco,
coentro.

Pra começar, limpe o peixe e faça um molho com a laranja, o limão, o coentro, o alho, o sal, o vinho e azeite o quanto queira. Regue o peixe com esse molho e deixe quieto por duas horas.


Vai juntar água, então, retire o peixe, coloque em papel alumínio e leve ao forno por 15' - quente. Enquanto isso, prepare o molho, com 2 colheres cheias de manteiga com sal, a água com tempero que criou do peixe de molho e as alcaparras. Coloque numa frigideira e aqueça em fogo baixo.
Retire o papel alumínio e deixe o peixe direto no forno por mais 10', então retire e banhe ele na frigideira, com o cuidado de não quebrar.
Coloque o molho por cima e sirva. Bom e fácil.


O mundo gira, e no giro do mundo civilizações se perderam e até se tornaram lendas.
Os ciganos continuam girando no mundo, com o mundo.
E longe de se tornarem uma lenda contam as lendas do mundo.
(S.R. de Souza, in Ciganos romum povo sem fronteiras)

Cozinha dos Vurdóns

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

PÃO DE QUEIJO CROCANTE - REGRA DOS COPOS.


Pão de queijo
(a regra dos copos)

A massa:

1 copo (requiejão) de leite, 1 de água e 1 de óleo (menos dois dedos), 1 colher (sopa) de sal - coloque para ferver.

Numa bacia ou gamela, coloque 4 copos de polvilho doce e 1 de polvilho azedo e quando o leite estiver fervido, despeje e misture bem com uma colher de pau - cuidado com a mão, pode se queimar. O segredo está aqui, deixe esfriar, isso demora uma duas horas.

Depois de frio, coloque cerca de 8 ovos grandes e misture.
Depois disso é hora do queijo curado e ralado fino -  4 copos.
E aí está a massa, pronta pra enrolar.

 Unte a mão com um pouquinho de óleo e unte a forma também, se não quiser, coloque papel manteiga para forrar a forma.
Eles crescem tá, cuidado.

O tempo no forno quente é assim: a primeira fornada demora mais, as outras andam mais rápido, vai de 30' à 45'.


Daí agora é sentar na mesa, tomar um café, um chá, um suco ... pode cortar uns bifes de pernil ... pão de queijo dá com tudo.
E depois de 2 dias, se sobrar algum, corte no meio e aperte numa frigideira ... sem palavras.

Os temperados podem levar na massa orégano, salsinha e cebolinha ... simplesmente divino.

Cozinha dos Vurdóns


É o povo rom ganhando rosto, junto com outros brasileiros e brasileiras, fazendo parte das comunidades tradicionais.
Comemorando, chamando os amigos para um café, discutindo possibilidades e plantando flores ... assim os sonhos se tornam realidade.
AMSK/Brasil

domingo, 5 de agosto de 2012

Que Mi Nombre No Se Borre De La Historia (Las Trece Rosas Rojas).avi

El 5 de agosto de 1939 eran fusiladas trece adolescentes militantes de las JSU (Juventudes Socialistas Unificadas), junto a cuarenta y siete compañeros, en las tapias del cementerio del este de Madrid, desde entonces el pueblo las conoce por las “TRECE ROSAS” .
Fueron juzgadas el día 3 de agosto, en juicio sumarísimo, a puerta cerrada, y condenadas el mismo día a morir en un plazo de setenta y dos horas, y sin esperar a cumplir dicho plazo fueron ejecutadas.
Habían pedido morir junto a otros compañeros/as que iban a ser fusilados ese día, pero sus verdugos no accedieron a concederlas ese último deseo.
Cuando recibieron la noticia de su condena, las jóvenes, dando prueba de una serenidad admirable, distribuyeron sus pertenencias entre las reclusas, tuvieron el valor de lavarse y peinarse, se pusieron sus más bonitos vestidos y esperaron con firmeza y sangre fría que vinieran a conducirlas a la capilla. Ya en capilla, les autorizaron a escribir una carta a sus familiares, y cada cual empezó a componer aquel recuerdo que hablaría de la monstruosa injusticia cometida.

Las 13 ROSAS fueron:
Las mujeres jugaron un papel fundamental en la lucha republicana, da una nueva imagen de la mujer y su participación en la sociedad, es una compañera en la organización y en la lucha política.

Las mujeres jugaron un papel fundamental en la lucha republicana, da una nueva imagen de la mujer y su participación en la sociedad, es una compañera en la organización y en la lucha política.

- Carmen Barrero. 20 años. Modista. Cuarta por edad de los nueve hijos de una modesta familia del barrio de Cuatro Caminos. Su padre murió años antes de que estallara la guerra, dejando a su mujer y a sus hijos en una precaria situación económica, que obligó a Carmen a trabajar desde los 12 años. Militante del PCE, en el que era conocida como Marina, utilizaba la identidad falsa de Carmen Iglesias Díaz. Tras el final de la guerra su amigo Francisco Sotelo Luna le propuso continuar con el trabajo clandestino como responsable femenina del partido en Madrid, y como tal elaboró un plan de trabajo para las mujeres.
- Martina Barroso. 24 años. Modista. Militante de la JSU, durante la guerra cosió en uno de los talleres de la Unión de Muchachas, confeccionando ropa para los soldados. Tras el final de la contienda fue captada por Julián Muñoz Tárrega para que se incorporara al sector de Chamartín de la Rosa.
- Blanca Brisac. 29 años. La mayor de tres hermanas, hijas de un próspero empresario francés. Casada con Enrique García Mazas, a quien conoció en la banda de música en la que tocaban a pie de pantalla en el cine Alcalá para amenizar las películas mudas. Él tocaba el violín y ella el piano. El matrimonio tenía un hijo, Enrique, de 11 años de edad en 1939. No militaba en ninguna organización política.

- Pilar Bueno. 27 años. Modista. Al poco de iniciada la guerra se afilió al PCE y trabajó como voluntaria en una de las numerosas casas cunas abiertas para recoger a los niños huérfanos y atender a los hijos de los milicianos que iban al frente. Fue elegida para formarse como dirigente en la Escuela de Cuadros del partido y nombrada secretaria de organización del Radio Norte. Al acabar la guerra fue contactada por Federico Bascuñana para colaborar en la reorganización de los comunistas y encargada de crear ocho sectores en la capital: Norte, Sur, Este, Oeste, Chamartín de la Rosa, Guindalera, Prosperidad y Vallecas.
- Adelina García Casillas. 19 años. Era conocida como la mulata por su piel morena y sus labios gruesos. Amiga de Julia Conesa y militante también de la JSU. Una vez encarcelada trabajó como cartera en la prisión de Ventas.
- Elena Gil. 20 años. Ingresó en la JSU en 1937. El final de la guerra le pilló en Murcia, desde donde regresó a Madrid a primeros de abril de 1939. Una vez en la capital su amigo Rafael Muñoz Coutado le propuso continuar trabajando para el partido. Se integró junto a Victoria Muñoz en uno de los grupos creados en el sector de Chamartín de la Rosa que era dirigido por Sergio Ortiz.
- Virtudes González García. 18 años. Modista. Se afilió a la JSU al poco de estallar la guerra. Su novio, Valentín Ollero, fue nombrado responsable del Radio Oeste de las juventudes al acabar la contienda y ella hizo de enlace entre éste y la dirección madrileña de las mismas.
- Ana López Gallego. 21 años. Modista. Era la mayor de cuatro hermanos. Militante de la JSU, durante la guerra fue secretaria femenina del Radio de Chamartín de la Rosa. Tras la entrada de las tropas nacionales en Madrid su amigo Julián Muñoz Tárrega le propuso que se reincorporara a las juventudes como miembro de un grupo dirigido por Sergio Ortiz, del que también formaba parte otras tres ‘rosas’: Martina Barroso, Victoria Muñoz y Elena Gil Olaya.
- Joaquina López Laffite. 23 años. La más pequeña de cinco hermanos huérfanos de padre y madre desde 1931. Se afilió a la JSU en septiembre de 1936, y tras acabar la guerra fue nombrada secretaria femenina del Comité Provincial clandestino.

- Dionisia Manzanero. 20 años. Tercera por edad de los seis hijos de una familia del barrio de Cuatro Caminos. Su padre era militante de la UGT. Se afilió al PCE en abril de 1938, después de que un obús matara a su hermana Pepita y a otros niños que jugaban en un descampado próximo al domicilio familiar. Amiga de Pilar Bueno, al acabar la guerra fue elegida para que hiciera de enlace entre los dirigentes del partido que quedaron en la capital.
- Victoria Muñoz. 18 años. Pertenecía a la JSU desde 1936. Al acabar la guerra se encontró con su amigo Julián Muñoz Tárrega, quien le incorporó al grupo que dirigía Sergio Ortiz en el sector de Chamartín de la Rosa.
- Luisa Rodríguez de la Fuente. 18 años. Sastra. Ingresó en la JSU en 1937, donde nunca ocupó cargo alguno, hasta que al acabar la guerra Julián Muñoz Tárrega le propuso crear un grupo que ella misma debía dirigir. Cuando fue detenida tan sólo había tenido tiempo de convencer a su primo Isidro Hernández de la Fuente.

- Julia Conesa. 19 años. Modista. Se afilió a la JSU a finales de 1937 para seguir sus cursos de gimnasia y deportes. Durante la guerra trabajó como cobradora de tranvías.
De esta última copio una carta que escribió a su familia el dia 5 de agosto de 1939:

Quedan como testimonio de la crueldad cometida las desgarradoras cartas escritas por las condenadas a los familiares como despedida.
Quedan como testimonio de la crueldad cometida las desgarradoras cartas escritas por las condenadas a los familiares como despedida.

“Madre, hermanos, con todo el cariño y entusiasmo os pido que no me lloreis nadie. Salgo sin llorar. Cuidar a mi madre. Me matan inocente, pero muero como debe morir una inocente.
Madre, madrecita, me voy a reunir con mi hermano y papá al otro mundo, pero ten presente que muero por persona honrada.
Adiós madre querida, adiós para siempre.
Tu hija que ya jamás te podrá besar y abrazar.
Julia Conesa.
Besos para todos, que tu ni mis compañeras lloreis.
Que mi nombre no se borre en la historia”

Sin embargo, toca hacer una pequeña corrección histórica, porque fueron 14 las chicas condenadas a muerte en aquel juicio-consejo de guerra; la otra fue Antonia Torres, pero cuando pasaron a los carceleros los nombres de los que debían ser “sacados” aquella madrugada de la cárcel, hubo un error, y en lugar de escribir Antonia, escribieron Antonio, por lo que se pensó que fue un error y Antonia permaneció en la cárcel de ventas. Sin embargo, 6 meses después se dieron cuenta del error y la fusilaron en el mismo cementerio que a sus compañeras. Esta chica tenía sólo 18 años.
Mantener viva la memoria, nos refuerza en la lucha y en la convicción de que tenemos la obligación de combatir la injusticia, es quizás nuestra única garantía de que la historia no se vuelva a repetir.      ¡¡NO PASARÁN!!

 Várias outras mulheres seguiram morrendo, lutando por liberdade e pela dignidade dos que ainda viram. Elas não passaram e juntas com tantas outras, seguiram lutando por igualdade e por justiça. Lá se lutava pelo direito de ser diferente e hoje isso não mudou.

Os rom lutam por igualdade em Juiz de Fora, em Laranjeiras, em Codó, Joinville e muitos outros locais.
Pela identidade, pela cultura Romani, pela escola, pelo direito de ser livre, pelo respeito de pertencer a um mundo, sem fronteiras, sem cercas e fome.

Afinal, no fim das contas, lutamos todos para sobreviver.
Continue votando - aqui.

Cozinha dos Vurdóns

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PORRAJMOS - August 2, International Porrajmos Remembrance Day



A IDENTIFICAÇÃO
TRIANGUGO ZIGEUNER


OS SOBREVIVENTES


OS QUE TOMBARAM
A RESISTENCIA PELA VIDA E PELA LIBERDADE

"Não esquecer, significa respeitar os qe morreram e honrar o sangue que derramaram. Não esquecer, significa construir novas idéias, novos caminhos, nova esperança.
No Brasil e no mundo, o povo rom continua sendo perseguido e tendo seus direitos básicos cerceados.
No mundo todo, os rom, continuam lutando por um mundo melhor, pela liberdade, pelo simples direito de existir."

2 de agosto é o Dia Internacional da lembrança do Porrajmos
Opré Romalê

Cozinha dos Vurdóns

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