quarta-feira, 28 de agosto de 2013

LIBANITZA OU GUIBANIZA



Libanitza ou Guibanitza




Pode ser doce ou salgado. Geralmente e na maioria das vezes é doce. Se quiser fazer bonito, faça uma Guibanitza ... sucesso certo.

Uma torta que leva, leite, ovo, ameixa, queijo entre outras e coberta por uma massa fina – folhada.

Mas a Cozinha dos Vurdóns reinventou esse luxo de receita, mais leves e mais suaves, dispensando a massa. Uma nova roupagem da receita mais tradicional no meio dos ROM. Aprovada e seguindo para publicação das nossas receitas especiais.

E assim vamos andando,
revendo a cozinha tradicional, com respeito e sucesso.

Cozinha dos Vurdóns

domingo, 25 de agosto de 2013

BOCA DE LEÃO A JARDINEIRA.



BOCA DE LEÃO A JARDINEIRA.
ou
BUCATINE A JARDINEIRA




PREPARE OS INGREDIENTES E FAÇA UMA JARDINEIRA DIFERENTE E BONITA ... MAS COM MACARRÃO.


500grs de macarrão Boca de Leão – cozido em água e só, grano duro de preferência;

Numa panela larga ou frigideira:

2 xícaras de flor de brócolis;

1 xícara de milho verde,

10 azeitonas pretas cortadas,

Uma colher (sopa) de pasta de alho e sal,

Azeite, cebola e salsinha para refogar.
4 bifes cortados em pedaços (frango, porco, filé...aqui foi de pernil).

Refogue primeiro a carne e na mesma panela acrescente os outros ingredientes. Junte o macarrão, mexa a frigideira, abaixe o fogo, tampe a panela e deixe por 5'. Desligue e sirva.



 Macarrão é coisa séria e muito prática também. Descubra alguns nomes:




Cozinha dos Vurdóns

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Vajas csirke e Zöldséges sült csirke



 DUAS RECEITAS HÚNGARAS

Com uma vertente indiana a receita que anda.

A popularidade da culinária indiana Roma já foram mencionados. (Clique aqui). Bandzsára a cozinha, como outros da culinária indiana é muito picante. Mas na religião hindu bandzsárák eles não são vegetarianos. Carne de gado não é usada, pois para os hindus, a carne deles é  'sagrada' não são ingeridos, da mesma forma que é proibido para os muçulmanos a carne de porco. O frango e cordeiro muito reconhecido, no entanto, usa-se um delicioso método de cozimento. A carne é geralmente cozido (grossa), ferver  no molho picante primeiro, pois cozinhar é relativamente raro. Aqui estão duas receitas:


Zöldséges sült csirke – Frango assado com legumes: Vegetal e frango frito: O frango (peito e coxa), desossada e dividir. Panela de barro com legumes (tomate, pimentão, couve-flor, brócolis, cebola etc) um churrasco diferente. Quando os legumes estiverem cozidos, retíre-os e mantenha a carne- acrescentando o vinho e o  molho de creme(pode ser branco, de farinha de trigo) em fogo brando. Tempere com sal e terra indígena (pimenta, pimenta, açafrão, coentro, cardamomo, cominho, etc.) Coloque no espeto e ponha pra assar como espetos de churrasco. Szaftjával própriamente dito é servido com legumes assados​​.



Vajas csirke: ou Frango amantegado - Agora essa receita leva dourar a cebola e as especiarias no óleo e manteiga – usamos azeite. Ele vai dourar nessa manteiga. Queijo cottage no final. Doura-se tudo, acrescenta o tempero indiano – as especiarias incluem pimentas e açafrão, cardamomo e páprica picante. Doura-se e depois deixe cozinhar – existem as variáveis para carne de cordeiro, mas se segue da mesma forma. Com o queijo faça um creme grosso e acrescente.

Cozinha dos Vurdóns

sábado, 17 de agosto de 2013

CABÉN - COMIDA



Cabén – comida

O que mais se ouve por aí sobre a cultura rromani, é a referencia da dança e da música. Bem há muito mais que isso.


Tem o arroz de leite e milho, para acompanhar; bifes de pernil, feitos na chapa de ferro.









A cozinha separa bons momentos, boas conversas e amizades que se seguem para o resto da vida. Ainda permanece a cozinha de um prato só, além da carne é claro, mas apenas uma panela no fogo ainda é uma realidade e é sobre isso que vamos falar. São muitas etnias, costumes diversos, língua diferente. As expulsões constantes fizeram com as refeições fossem de acordo com a paisagem que se encontravam, com a possibilidade do alimento e com a diligencia de sustentar a todos. Daí saíram os guisados, as sopas, os ensopados e os quibebes. O pão é capítulo a parte, em sua grande maioria é mantido em quase todas as casas, tendas e afins, virou hábito onde antes era extrema necessidade e por vezes o único alimento.


Tem a torta salgada, meio crepe, feitos com alho porô, cebolas e peru defumado. Muito creme nessa massa que leva apenas recheio ... isso mesmo, tiramos a farinha de trigo. Leite, ovos e ricota. Cremosa e leve.









 A crosta fica por conta dos queijos e das alcaparras. Deu vontade de testar uma napolitana, com azeitonas pretas e a bela mozarrela de búfala, tomates, oréganos e tomilhos, além do azeite genuinamente italianos ... quem sabe em breve.









 O queridinho do dia foi o arroz encapado - com carne seca (lombo de porco) com temperos verdes, arroz e ovos. seu segredo é o preparo da carne seca na mesma frigideira em que vai se colocar o arroz logo depois. Os ovos estrelados vão cozinhar em fogo baixo, até entremear. Esse tem gosto de casa e portanto é uma especialidade.

De acordo com o caminho vinham as receitas, novas, velhas, tradicionais de cada país, de cada família e assim por diante. Bom a coisa andou, mas esse fator não mudou. Sabor forte, aroma agradável e vista bonita ainda são pré requisitos de uma boa mesa em todos os lares dessa grande rromá.

Pensando nessa aventura, a cozinha retira do baú algumas receitas muito simples e muito antigas, receitas que eram reproduzidas segundo o momento em questão. Sobras não são hábitos cultivados e isso na extensa e quase absoluta maioria de lares que conhecemos.




 e finalmente o queridinho da casa numa nova versão: bolo de tangerina com cardamomo. E é claro ... uma bela xícara de café. afinal de contas sempre acreditamos que uma boa conversa pode mudar o rumo da prosa.

Como queremos preservar alguns sabores, nos juntamos para conservar e congelar as tangerinas, morangos, feijões verdes, tomilho fresco e temperos mistos, no intervalo, a boa e velha cozinha de nossas avós.  

Amigos da cozinha, não nos esquecemos de nenhum de vocês e nos lembramos de muitos quando estávamos na frente do fogão ou sentadas a mesa. Estamos lutando, construindo novas possibilidades, estamos sonhando e realizando nossas utopias ... torçam por nós.

beijos sempre...

as cozinheiras dos vurdóns.

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