terça-feira, 24 de maio de 2016

DIA DE RESISTENCIA E LUTA, DIA DE ROM, DE SARA E DE RECONSTRUÇÃO - 24 DE MAIO

Amigos e amigas,

foto: Joel P. - ajudando a arrumar a casa

conhecidos, companheiros, cozinheiros e cozinheiras; irmãos de fé e irmãs de estrada;

hoje nos alegramos, choramos e nos abraçamos.

hoje vamos reformar nossa cozinha, tirar a prataria estragada, limpar a louça, colocar os talheres a serviço do descanso...

hoje temos Sara bem de pertinho, varrendo a casa, o chão, batendo o tapete e colhendo lírios, margaridas e rosas.

Em memória a essa mulher que lutou pelo direito de existir, que tanto balançou sonhos nos seus braços, vamos limpar a casa. Novos tempos, Tempos de Sara.

a cozinha segue para reforma e volta com roupa nova daqui uns dias, umas luas.

Sobrevivemos a tempestades e como reza a lenda, estamos trocando os lustres, e limpando os cristais...

Esse ano tem sido especial: 

de fato nos fecharam uma porta e algumas janelas, mas nos abriram uma varanda inteira;

de fato choramos; mas nossos corações estão em paz;

verdade que nem todos aguentam o caminho e que muitos se vão de forma a seguer deixar saudades; mas nos fazem mais fortes, mais conscientes e mais verdadeiras,

também é verdade que perder; muitas vezes significa ganhar e que de tanto andar, chegou a hora.

a cozinha se despede e deixa aqui, boas lembranças ... mas volta em breve, de casa nova, com o pé na estrada, em muitas cozinhas, em outras cidades e outros caminhos...

cheirando a alfazema, jasmim e alecrim....

carinhosamente, as cozinheiras da Maylê; tecendo dias, colhendo frutas e plantando esperança.

AMSK/Brasil
Por Sara e com Sara, até o fim.




quinta-feira, 21 de abril de 2016

AGRADECEMOS ÀS MULHERES QUE SOUBERAM DIZER NÃO





Prezadas Senhoras Deputadas,

Nós, mulheres de etnia romani (ciganas), fundadoras da Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK/Brasil), organização que atua na promoção e defesa dos direitos dos povos romani (ciganos), vimos, por meio desta, expressar nosso respeito e profunda gratidão pelo posicionamento de Vossa Excelência no processo em curso em nosso País com relação ao impeachment da Presidenta Dilma Rousseff.
Neste momento, assistimos à insurgência de uma onda conservadora e reacionária em nosso País – e não apenas nele –, e que ameaça direitos conquistados com muita luta. Nossas lutas, e de muitas outras mulheres que nos antecederam. Como mulheres, cidadãs brasileiras de etnia romani (cigana), nos sentimos profundamente atingidas pelas mais diversas expressões de sexismo, discriminação e violência de gênero direcionadas à Presidenta Dilma e a todas às corajosas deputadas que votarão NÃO com relação à admissibilidade do processo de impeachment.
Defendemos veementemente a liberdade de expressão e o debate de ideias. A existência de diferentes correntes ideológicas em um mesmo cenário social e político faz parte da essência dos regimes democráticos. Porém, o que vemos neste momento há muito deixou de ser um debate que respeita os preceitos democráticos. O que vemos é o surgimento de um projeto político ideológico excludente, conservador e baseado em um discurso de ódio com elementos sexistas, racistas e homofóbicos. O que vemos é o sistemático desrespeito aos direitos humanos, e uma tentativa de fragilizar conquistas que considerávamos já consolidadas.
Os discursos de ódio são um mecanismo constante de propagação de ideologias que ao longo da história promoveram forte perseguição aos povos romani (ciganos). O exemplo mais evidente disso é o efeito provocado pela ideologia nazista sobre inúmeras famílias romani (ciganas) na Europa.
No período de 1939 a 1945, homens e mulheres romani (ciganos) foram sistematicamente perseguidos, presos, enviados a campos de concentração, utilizados em “experimentos médicos” e assassinados. Após o fim da II Guerra Mundial, estes eventos foram muito pouco divulgados e a morte de cerca de 500 mil homens e mulheres romani (ciganos) durante o holocausto foi praticamente esquecida. Este é considerado o maior genocídio da população romani (cigana) na Europa em toda a sua história, tendo provocado o extermínio de três quartos da população romani (cigana) europeia. Para muitos grupos romani (ciganos) este período é denominado Porajmos – palavra em romanês que significa a Grande Devoração.

Esta é uma história recente, que motivou a vinda de muitas famílias romani (ciganas) para o Brasil e que permanece muito presente em nossa memória. E é em honra e respeito aos nossos antepassados, à todas as mulheres, homens e crianças de etnia romani (cigana) cuja perseguição e assassinato encontraram justificativa em discursos de ódio e ideologias racistas,  que nos posicionamos em defesa da democracia e contra qualquer tentativa de promover retrocessos no que diz respeito aos direitos humanos, ao respeito à diferença e às medidas adotadas em termos de políticas públicas e legislação para o enfrentamento ao racismo, ao sexismo e à homofobia.

Gratas por sua força, por sua coragem e por seu verdadeiro compromisso com a democracia, afirmamos: o posicionamento de Vossa Excelência nos representa.

Nos manteremos na luta, lado a lado, nesta caminhada.

Com carinho, respeito e admiração, nos despedimos.

Atenciosamente,   

As mulheres da AMSK/Brasil.

Elisa Costa

Presidenta da AMSK/Brasil

terça-feira, 5 de abril de 2016

Eu, você e ela RROMÁ DAY Nós, vós e elas.

CONVERSAS NA COZINHA DOS VURDÓNS

Eu, você e ela
Nós, vós e elas.

arte: José Ruiter

Uma situação bem cotidiana por aqui, são as conversas em volta da mesa da cozinha. Por lá, passam os filhos pedindo um lanche, os companheiros que vão dar uma olhadinha e por vezes beliscar, as mais velhas alisam a mesa, na espera de uma boa conversa, as meninas, na ânsia de aprender algum doce ou mesmo de dar uma escutadinha na conversa das mais velhas.

Pela beira do fogão, mulheres se juntam para celebrar casamentos, para desabafar o drama do cotidiano, lembrar e construir o futuro, com suas esperanças embaladas pelos mais variados cheiros, sabores e saberes.

Assim podemos definir as mulheres que pertencem aos Povos e ou comunidades tradicionais.

É nessa imagem e nesse conceito que nos preparamos para o Rromá Day ou o Dia Internacional do Povo Cigano, dia 08 de abril.

E é assim que se constrói uma nação, com mulheres fortes, capazes e amáveis. Esse papel que hoje se constrói no país e em muitos países do mundo, não permitirá retrocesso, nem imparcialidade.

A cultura do ódio é oposta a criação magnifica de um prato suculento ou mesmo um manjar de última hora. Se chamamos de pastel ou pirogue, não importa, se falamos Sarmí ou charuto, Pufa ou pãozinho frito com mel, acabamos nos entendendo. Sempre.

Então, vamos cozinhar pela democracia, trazendo para bem perto do banco, a prof. Priscila Paz Godoy com seu livro: “O povo invisível, os ciganos e a emergência de um direito libertador”, da editora D’Plácito. Vamos fazendo essa ciranda, essa roda, cuja maior inquietude ainda continua sendo o direito a uma existência digna.

localisation Bibliothèque municipale de Lyon / P0701_006BIS_N2260_C307
Malashka zamko et le samovar

Por mim, com você e para ela
Comigo, convosco e por todas.

Cozinha dos Vurdóns


domingo, 27 de março de 2016

TINHA QUE SER UMA MARIA A NOS PRESENTEAR

TINHA QUE SER UMA MARIA


Essa cozinha tem muita sorte mesmo. Ela é cheia de gente bonita que passa por aqui, como uma brisa suave e deixa carinho de verdade;

Ela recebe uma quantidade enorme de amigas e amigos que vez ou outra trazem mais uma roseira e nos ajudam a retirar as pedras;

Essa cozinha recebe de presente as receitas de vida, de mesa e de alma e assim constrói um pouco da tão sonhada Igualdade e Respeito.

É Maria, valeu o carinho do prêmio, daqueles que diz por dentro: Força meninas, vamos adiante, com cheiros e sabores, construindo dias melhores.

Em 2015, essa cozinha viajou muito e se sentou em muitas mesas e aprendeu muitas coisas, muito mais do que ensinou. Obrigada Maria, pelo beijo no nosso coração, pelo cheiro de alecrim da varanda, pela canção do rádio e pelo pão da amizade, daquele que ajuda a sustentar nossa alma.

Então .... aceita um pudim de leite com calda de ameixa? 




 Cozinha dos Vurdóns
Amigos de verdade nunca se vão.
Não se enganem, não são muitos, mas são reais;
são como os marcadores dos mapas;
a nos sinalizar os anos de vida.

terça-feira, 22 de março de 2016

RECEITAS DE SEMANA SANTA

Receitinha de Semana Santa


Por cá, evitamos comer carne, então ..... o prato de hoje foi ....



Camarão cremoso

1 kg de camarão rosa, médio. Limpe, tire a cabeça e o rabo e coloque numa panela a parte com água e sal.

Numa panela de barro, coloque o camarão limpo, salsinha, cebolinha, coentro, alho socado e amassado, azeite e 250 grs de abóbora madura.

Refogue no azeite, ponha um dedo de água e tampe a panela. Aqui o fogo é médio.
Quando a abóbora derreter, salpique açafrão e mexa. 

Coe o caldo da cabeça e acrescente.

Fogo baixo até engrossar.

Com pimenta é tudo de bom.


Cozinha dos Vurdóns


Um lanche rápido - Lanches com uma pitada de família.

Um lanche rápido

Coisa de fim de tarde ....

Salvador .....

Acarajé e Tapioca de Chocolate com Sorvete de creme.




Nem precisa perguntar se a reunião foi proveitosa....

Mulheres que aprenderam a se dedicar a culinária do estado onde vivem, sem esquecer a tradição da cozinha cigana.
No chocolate tem gengibre e rosas, como se faz no Marrocos.


Cozinha dos Vurdóns

HOJE SENTAMOS A MESA

É tempo de sentar à mesa.

Mais que nunca, estamos precisando sentar à mesa. Sem escolhas radicais, aceitando as muitas verdades, buscando aquele fio da meada que insiste em se perder.

Hoje, recebemos amigos, ontem vieram os inimigos e amanhã chegarão os parceiros.
Almoçamos democracia e a certeza de que dias melhores virão.


Nada melhor do que voltar pro berço.


No Cardápio de hoje:

Quiabo
Purê de mandioca
Pernil assado
Moranga refogada
Feijão Tropeiro


PURÊ DE MANDIOCA

A mandioca é aquela da roça, branquinha, lavada na bica de água e picada bem pequena na gamela. 
Depois se pega um tacho, refoga manteiga com cebola, alho e sal e coloca a mandioca pra cozinhar ( 1 k) em 2 litros de água.
Isso varia em mais ou menos 40' de fogo alto.

Quando a água secar, vai colocando mais água e mexendo com a colher de pau, devagar se acrescenta 1 copo de leite e mais água.
Quando estiver tudo mole, bem cozido e derretido, coloque mais 1 colher de sopa de manteiga, 1 copo de leite e um copo de nata fresca. Cuidado, isso espira e queima. Abaixe o fogo e vá dando o ponto.

Cozinha dos Vurdóns

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O ARROZ NOSSO DE CADA DIA - UM TAILANDÊS, O ARROZ THAÏ




Vamos falar do arroz. Hoje o herói é um arroz tailandês, o THAÏ; e muito bem acompanhado.

Para o arroz, apenas sal e 1 colher de azeite. Cuidado com o tempo de cozedura, ele é rápido. O perfume de jasmim é um espetáculo a parte.

Para o frango, foram 6 bifes cheios de sobrecoxa, suco de 1 limão, 2 dentes de alho amassados, 1 pimentão vermelho e 1 amarelo, cortados em cubinhos. Ainda temperando, coloque 2 colheres de mel e raspas de gengibre (colocamos 2 colheres de sopa) ralado. Misture tudo, coloque 2 colheres de água e uma de azeite. Ponha na geladeira, tampada com filtro filme ou deixe ele marinar no período anterior a preparação.

Ele parece assado, mas é cozido, no fogo médio e num tacho ou numa panela wok. 
Rápido e macio, ele demora uns 40 minutos para ficar pronto ... é perfeito.

 A base de muitas cozinhas e com milênios de existência, a diferença desse arroz na nossa mês é o perfume incomparável de Jasmim. Para acompanhar bifes de sobrecoxa de frango, com molho de gengibre e mel, limão e pimentões, porque o arroz é simplesmente único e dispensa misturas ... claro, na nossa mesa.

ARROZ NOSSO DE CADA DIA.

E por falar em arroz ... foram muitas perguntas, então, de forma prática e resumida, seguem algumas indicações e pequenos acréscimos sobre o assunto.

Historicamente, o arroz faz parte da alimentação humana há mais de 7 mil anos. Muitos pesquisadores apontam o sudeste asiático como o berço do cereal, enquanto a China é responsável pelos primeiros registros do plantio e colheita de algumas variedades de arroz.

Tipo de arroz
Calorias (Kcal)
Carboidratos (g)
Proteínas (g)
Gorduras (g)
Fibras (g)
Branco
124
26,6
2,32
1,18
0,49
Integral
76
14,5
3,0
1,0
2,7
Parboilizado
123
25,6
3,2
0,6
0,63
Cateto
180
39,1
4,0
1,0
1,0
Arbóreo
175
39,2
4,16
1,17
0,50
Basmati
171
38,1
3,5
0,5
0,8
Vermelho
173
36,4
4,9
1,0
4,2
Negro
173
36,4
4,9
1,0
4,2
Selvagem
170
35,6
6,0
0,5
3,0


Tipos de arroz
Atualmente, existem mais de 2 mil tipos diferentes do grão sendo cultivadas em todo o mundo. Veja as espécies mais comuns do mercado:
Arroz agulhinha ou branco: é o tipo de arroz mais consumido pelo brasileiro. De cozimento rápido e grão macio, o arroz agulhinha passa por processos de enriquecimento para retirada da “casca” e da película que cobre o grão, antes de chegar ao consumidor.

Arroz parbonizado: O arroz parbonizado nada mais é que o arroz agulhinha comum, que passa por um tratamento hidrotérmico. A técnica consiste em cozinhar parcialmente os grãos com casca, fazendo com que ele absorva suas vitaminas e minerais e aumentando seu valor nutritivo. Esse tipo de arroz, assim como o integral, está caindo cada vez mais no gosto dos brasileiros. Ao passar por um tratamento hidrotérmico (água fervente), que consiste em cozinhar parcialmente os grãos com casca, parte das vitaminas e minerais passam da casca para o interior do arroz, aumentando o valor nutritivo e concentrando uma maior quantidade vitaminas do complexo B em cada grão. 
"O processo hidrotérmico enriquece a parte interna do arroz, deixando-a com valores nutritivos próximos ao arroz vendido com casca. Além disso, a temperatura superior a 58 graus usada no processo de parbonização muda a composição do amido, fazendo com que o arroz absorva ainda mais 
nutrientes da casca", diz Audrey Abe. Facilmente encontrado, principalmente em lojas de produtos naturais, esse tipo de arroz segue o mesmo padrão de preparo do arroz branco, já que não tem casca.  



Arroz integral: Mesma espécie do arroz branco comum, porém não passa pelo processo de retirada da película que cobre o cereal, mantendo assim mais nutrientes e minerais, em comparação com o arroz branco.

Arroz negro: O arroz negro possui um grão ovalado, duro e de sabor suave. Originário da China, vem ganhando a atenção dos brasileiros graças a seu alto poder nutricional. O grão, apesar de branco por dentro, é envolvido por uma película escura que dá um toque exótico a qualquer prato.

Arroz vermelho: O nosso arroz de Camargue. Como o próprio nome já diz, o arroz vermelho possui uma coloração avermelhada e sabor suave. Deve ser cozido em panela de pressão, pois é um cereal de grão duro e resistente.

Arroz-cateto ou Japonês Como o próprio nome já diz, essa variedade é a base da culinária japonesa. Com grãos curtos, curvados e um pouco transparentes, têm grande quantidade de amido e, após o preparo, tende a ficar mais macio e cremoso, se comparado com o arroz polido. Ele também pode ser encontrado com grãos que mantêm a sua casca e o gérmen, concentrando assim o seu valor nutricional. "Esse tipo de arroz também tem a sua versão "integral", que conserva maiores quantidades de vitaminas do complexo B e minerais", explicam os nutricionistas.

Para deixar o arroz cateto mais macio, sem que ele fique grudado, é importante deixá-lo um pouco mais de tempo cozinhando do que o arroz tradicional, seguindo o padrão de uma xícara de água para cada duas de arroz. 
Seja em sua versão integral ou comum, o arroz-cateto também possui um grão arredondado e pequeno. Seu consumo no Brasil ainda é pequeno, talvez por seu cozimento mais lento e sua consistência firme.

Arroz arbóreo: Arredondado e pequeno, o arroz arbóreo é um tipo de grão muito utilizado para preparar risotos. Seu cozimento também é rápido e sua consistência macia e suave.


Arroz basmati: Muito utilizado em pratos indianos, o arroz basmati é parecido com o agulhinha, porém é mais comprido e fino. Seu cozimento também é rápido e sua consistência firme e soltinha. É conhecido por possuir um aroma adocicado e amendoado depois de cozido.

Arroz jasmim: De cor avermelhada (mas nem sempre assim, vejam o THAÏ) e formato suculento, o arroz jasmim, também conhecido como arroz thaí, não é muito conhecido no Brasil. Seu aroma e sabor se aproximam muito do arroz basmati, apesar de sua origem ser tailandesa. É um cereal macio, de cozimento médio e que pode ser consumido frito também.

Carnaroli: esta espécie, rica em amido, libera durante seu cozimento uma substância que deixa os pratos com consistência bastante cremosa. Este arroz é indicado principalmente para compor risotos. As características do grão permitem absorver o sabor dos vários ingredientes adicionados ao prato.

Vialone nano: este tipo de arroz também faz parte dos arrozes de origem italiana. O grão polido fica cremoso após o cozimento, mas, ainda assim, mantém a forma arredondada. Assim como o carnarolli e o arbório, este arroz é indicado para o preparo de risotos.

Trinca: de grão redondo, este arroz é ideal para pudins e doces. Os grãos têm bastante amido e, por isso, aglomeram-se durante o cozimento.


Bomba: o grão é curto e redondo e absorve parte da água durante o cozimento. Este arroz é um dos mais usados na paella, prato típico da Espanha.

Não indicamos marcas, apenas colocamos aqui as que testamos, usamos e aprovamos na nossa cozinha.



Cozinha dos Vurdóns



quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

MENDOZA - uma dica de viagem

Mendoza é a capital e a maior cidade da província de Mendoza, na Argentina. Localiza-se no oeste do país, nas bordas da Cordilheira dos Andes, sendo um importante pólo de produção de vinho e azeite, além de ser dos mais importantes pontos turísticos da Argentina.




Vale a pena visitar, passear e curtir, uma culinária rica em sabores.
E em vinhos ....


Cozinha dos Vurdóns

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