BERSA BIBAHTALE "OS ANOS INFELIZES"

Interrogatória da Polícia Polonesa

O Serviço alemão de Combate à Praga Cigana, sem dúvida alguma, foi o mais eficiente do mundo e poucos ciganos devem ter escapado de seus registros. No entanto, também em outros países foram realizados recenseamentos ciganos, foram criados cadastros permanentes da população cigana e criadas leis para evitar ou, pelo menos, controlar a sua presença no país. Até a famosa Interpol (na época chamada Comissão Internacional de Polícia Criminal) criou em 1936, em Viena, um Centro Internacional para a Luta contra a Praga Cigana, cujos arquivos foram destruídos em 1945. Ou seja, quando em 1933 os nazistas chegaram ao poder, tanto na Alemanha quanto em vários países vizinhos (p.ex. França e Holanda) que depois seriam ocupados, a maioria dos ciganos já estava devidamente registrada e identificada, e já existiam políticas anti-ciganas.

A diferença era que agora os ciganos passaram a ser perseguidos - e depois exterminados - também por motivos raciais, e não apenas por serem considerados associais ou criminosos natos. Embora os alemães tenham negado isto após a II Guerra Mundial, quando foram obrigados a pagar indenizações às vítimas perseguidas por motivos raciais (admitindo-se como caso único os judeus), e embora tenham sempre afirmado que os ciganos foram perseguidos por serem “associais”, e não por serem de uma raça diferente, não resta a menor dúvida que ambos os fatores pesaram na perseguição. Muitos documentos e ensaios “científicos” da época comprovam, sem sombra de dúvida, que não somente os judeus, mas também os ciganos eram considerados membros de “raças” diferentes consideradas perigosas, porque poderiam contaminar a pureza racial ‘ariana’. Para esta justificativa “racial”, a Alemanha pôde contar com vários médicos, biólogos e antropólogos.

Já em 1904 o antropólogo Alfred Ploetz fundou um “Arquivo para Raciologia e Biologia Social”, que no ano seguinte virou “Sociedade para Higiene Racial”. Anos depois, os antropólogos Bauer, Fischer e Lenz publicaram um manual sobre Genética Humana e Higiene Racial, que foi lido por Hitler quando, prisioneiro em 1924, escreveu Mein Kampf, a futura biblia nazista.Não pretendemos citar aqui todos os institutos alemães na época considerados ‘científicos’, ou todos os biologos, antropólogos e outros cientistas que na época se dedicaram a pesquisas raciais, eugenéticas e ciganas, porque estes dados encheriam algumas dezenas de páginas. Dois nomes, no entanto, merecem destaque, porque são citados por praticamente todos os autores que tratam desta época: o médico psiquiatra Robert Ritter e sua assistente, a enfermeira Eva Dustin, entre os ciganos Sinti mais conhecida como Lolitschai, “a moça ruiva”. 

Em 1937 Ritter se tornou diretor do Centro de Pesquisa para Higiene Racial e Biologia Populacional, com sede em Berlim, onde se dedicou intensivamente às pesquisas ciganas. Somente o nome deste Centro já é suficiente para provar que os ciganos eram considerados uma “raça’ diferente. Neste Centro, entre outras coisas, Ritter investigava uma suposta relação entre hereditariedade e criminalidade, elaborando complicadas árvores genealógicas de ciganos para medir o grau de ‘mistura racial’, para o que utilizava inclusive os dados do já citado Serviço de Informação Cigana de Munique, que foram transferidos para Berlim.
Ritter e os membros de sua equipe eram defensores da “eugenética”, ou “higiene racial”, segundo a qual devia ser evitada a procriação de elementos nocivos à sociedade. Entre as pessoas nocivas estavam não apenas os deficientes físicos e mentais, mas também os “associais hereditários” (mendigos, vagabundos, prostitutas, alcoólatras, homosexuais, desempregados crônicos, e.o., como se estas características fossem transmissíveis hereditariamente!), e as minorias raciais nocivas, como os ciganos e os judeus. Para “limpar” a raça humana, Ritter e outros tantos “eugenéticos” da época inicialmente propunham a esterilização destas pessoas (a total eliminação física só seria proposta alguns anos depois). Estima-se que na Alemanha nazista cerca de 400.000 pessoas foram esterilizadas, entre as quais muitos ciganos.
Grupo de crianças roms usadas nas pesquisas de Eva Justin

Foi nesta época que os biólogos alemães tentaram deseperadamente descobrir, com fins práticos, quais eram as características “raciais” ciganas, já que na maioria dos casos era impossível distinguir os ciganos do resto da população alemã através de características físicas específicas. Mas mesmo Ritter e seus colegas nunca foram capazes de descrever estas características. Daí porque, na Alemanha daquele tempo, era classificado como “Z” (de “Zigeuner”), ou seja “cigano puro” todo indivíduo com quatro ou três avós “verdadeiros ciganos”; como “ZM+” ou mestiço em primeiro grau era classificado quem tinha menos do que três avós “verdadeiros ciganos”; “ZM-” era o mestiço em segundo grau que tinha pelo menos dois avós “ciganos-mestiços”; avó ou avô “verdadeiro cigano” era aquele que sempre tinha sido reconhecido, pela opinião pública, como “cigano”. Ou seja, no final das contas tratava-se de critérios subjetivos, e não científicos. Ritter chegou a classificar “racialmente” cerca de 25 a 30 mil ciganos alemães, mas a quase totalidade era, segundo ele, formada por mestiços, ou seja, eram candidatos à esterilização, confinamento em campos de concentração e, finalmente, extermínio.

No início dos anos 40 alguns nazistas intencionavam ainda conservar para a posterioridade uma “amostra” de Sinti “puros”, melhor dito, oito famílias Sinti e uma família Lalleri, que seriam confinadas numa espécie de “reserva cigana” a ser criada na Hungria e administrada pelo Instituto do Patrimônio Histórico. Esta “reserva cigana” nunca chegou a se tornar realidade; no final, também estes ciganos “puros” terminaram nos campos de concentração ou de extermínio. Em 1940, Ritter escreveu num relatório:

“Fomos capazes de provar que mais do que 90% dos assim chamados ciganos nativos são mestiços...... Outros resultados de nossas investigações permitem-nos caracterizar os ciganos como um povo de origens etnológicas totalmente primitivas, cujo atraso mental os torna incapazes de uma real adaptação social..... A questão cigana só pode ser resolvida reunindo o grosso dos mestiços ciganos associais e imprestáveis em grandes campos de trabalho e mantendo-os trabalhando, e parando para sempre a futura procriação desta população mestiça”.

Para cada cigano, Ritter emitia então um “Certificado”, assinado por ele pessoalmente ou por sua assistente Eva Justin, no qual constavam além do nome e dados pessoais, o grau de ciganidade. Quase sempre o diagnóstico era: “mestiço cigano”, o que na prática correspondia a uma condenação à esterilização ou à deportação e internação (e posterior extermínio) em campos de concentração.

Eva Justin, na época, era apenas uma simples enfermeira, sem qualquer formação acadêmica, mas que apesar disto sonhava com o título de Doutor, e para obtê-lo escreveu uma ‘tese’ sobre a suposta inadaptabilidade social de crianças ciganas, estudando durante apenas seis semanas um grupo de crianças ciganas internadas numa espécie de orfanato, sem contato com seus pais ou outros ciganos adultos. Obviamente chegou à conclusão que a boa educação recebida neste internato de nada adiantou e que as crianças continuaram tão associais como antes; para ela, crianças ciganas eram simplesmente incorrigíveis, eram associais e criminosos natos.
 
A “tese” foi defendida em 1943, na Universidade de Berlim. Poucos dias após a obtenção do diploma, as 39 crianças ciganas do orfanato, as cobaias de sua pesquisa e que até então tinham sido poupadas, foram deportadas para Auschwitz; somente quatro sobreviveram.
A partir de 1942 os métodos eugenéticos (esterilização e confinamento) foram substituídos por outro, considerado mais eficiente: o genocídio, ou seja a eliminação física destas pessoas, nos campos de concentração e fora deles. Em dezembro de 1942, Himmler ordena enviar todos os ciganos alemães para Auschwitz-Birkenau, então dirigida por Josef Mengele, onde foi instalada uma seção com 40 barracas só para ciganos, ordem depois repetida nos territórios ocupados. Dos 23.000 ciganos internados no campo de extermínio de Auschwitz, cerca de 20.000 morreram e uns 3.000 foram transferidos para outros campos. Os últimos ciganos de Auschwitz, conforme a metódica contabilidade alemã exatamente 2.897, foram todos enviados para as câmaras de gás na noite de 2 de agosto de 1944.
 
 Registros de Bernadac
Também outros campos de concentração receberam ciganos, embora em número menor do que Auschwitz. Bernadac publica quase três centenas de páginas com testemunhos de ciganos internados em vários destes campos de concentração. Nem todos eram campos de extermínio e possuíam câmaras de gás e crematórios, mas nem por isto eram menos desumanos. Em Bergen-Belsen, por exemplo, os internos, entre os quais muitos ciganos, eram lentamente assassinados por inanição, sendo os mortos enterrados em enormes valas perto do campo. Quando Bergen-Belsen foi tomado pelos ingleses, em 1945, encontraram cerca de 10.000 corpos ainda insepultos, e cerca de 40.000 pessoas ainda vivas, das quais pouco depois ainda morreram umas 13.000, em parte por causa dos maus tratos e doenças anteriores (em especial o tifo), em parte também por causa da super-alimentação logo dada pelos bem intencionados ingleses, mas que muitos dos subnutridos já não conseguiram mais digerir. Fatos semelhantes foram registrados também em outros campos de concentração. Exércitos não costumam levar também nutricionistas, e por isso, na época, ainda não se sabia – ou pelo menos os soldados e oficiais ainda não sabiam - que pessoas altamente subnutridas também podem morrer por causa de repentina super-alimentação.
Na França existiam até campos de concentração somente para ciganos, administrados pelas próprias autoridades francesas. Não se tratava de campos de extermínio, mas quase sempre de campos de trabalhos forçados e por serem campos em geral pequenos, para uma centena até alguns poucos milhares de pessoas, as condições de vida eram, em geral, melhores do que nos campos administrados pelos alemães. Bernadac chama estes campos, apropriadamente, “as antecâmaras francesas de Auschwitz”, porque principalmente no final da guerra, muitos dos 30 mil ciganos internados nestes campos franceses foram deportados para os campos de extermínio existentes na Alemanha e em outros países.
O tratamento desumano, as terríveis experiências médicas, as câmaras de gás e os crematórios, e outros tantos horrores cometidos pelos alemães nestes campos de concentração, supomos suficientemente conhecidos por todos. Estima-se que 250 a 500 mil de ciganos foram assassinados pelos nazistas. Os números exatos nunca serão conhecidos, mas todos os documentos provam que os judeus não foram as únicas vítimas da perseguição racista pelos nazistas. A única diferença é que o holocausto judeu, e com justa razão, até hoje sempre costuma ser relembrado e não faltam memoriais para lembrar isto, inclusive em Auschwitz. O holocausto cigano, no entanto, costuma ser varrido debaixo do tapete, costuma ser simplesmente ignorado ou esquecido, como algo de menor importância, ou pior ainda como algo que nunca aconteceu, e praticamente não existem monumentos que lembram o holocausto cigano.

Todas as pesquisas de Ritter e outros sobre as características raciais dos ciganos, suas medições físicas, suas amostras de sangue, as crueis experiências biológicas de Mengele com ciganos em Auschwitz, foram de repente esquecidas. Preferiu-se esquecer ainda circulares oficiais como uma já de 1938, sobre “O combate à praga cigana”, que afirmava: “A experiência até agora acumulada no combate à praga cigana e os resultados da pesquisa biológica-racial mostram que é recomendável abordar a regulamentação da questão cigana do ponto de vista racial”, como de fato aconteceu depois.
 
O famoso Tribunal de Nuremberg, instituído pelos ‘aliados’ logo após a II Guerra Mundial para condenar europeus que cometeram crimes contra a Humanidade, concentrou suas atividades em crimes contra judeus, mas não há registro de criminosos de guerra condenados por crimes cometidos contra ciganos. Inúmeros judeus – e com toda a razão – tiveram oportunidade para apresentar seus depoimentos e suas denúncias, mas nenhum cigano foi convocado ou aceito para depor ou para denunciar.
 
Antes pelo contrário, alguns conhecidos e comprovados criminosos anti-ciganos (mas não anti-judeus!) foram até promovidos: Robert Ritter e Eva Justin, por exemplo, foram considerados inocentes e após a guerra viveram ainda um bom tempo exercendo tranquilamente a profissão! Em sua defesa foi alegado que os dois nunca mataram pessoalmente um cigano! Que comprovadamente mandaram dezenas de milhares de ciganos para a morte com seus pseudo-científicos “Certificados de Ciganidade”, não foi levado em consideração. Em 1947 a prefeitura de Frankfurt contratou Ritter como psiquiatra infantil, e no ano seguinte Eva Justin foi contratada como psicóloga criminal e infantil, para cuidar - imaginem só! - da re-educação de crianças associais e desajustadas, muitas das quais certamente vítimas da guerra.

 
 o Dr. Ritter e a sua assistente Eva justin em pesquisas


2.897, foram todos enviados para as câmaras de gás na noite de 2 de agosto de 1944.

Campo de  Bergen-Belsen
 Grupo de enfermeiras inglesas em Bergen-Belsen

Eva Justin morreu em 1966, de câncer. Em 1958, o Frankfurt promotor iniciou uma investigação sobre suas ações de guerra, mas a investigação foi encerrada em 1960, após o promotor ter concluído que suas ações estavam sujeitas ao prazo prescricional . (Sua tese de doutorado, intitulada "Lebensschicksale artfremd erzogener Zigeunerkinder und Ihrer Nachkommen" ( Inglês : A história da vida de alienígenas levantou Gypsy crianças e seus descendentes), foi baseada em estudos de "Gypsy Mischlinge" half- Romani crianças que foram tiradas de seus pais e criada em orfanatos e lares adotivos, sem qualquer contato com a cultura romani.

 Fonte:
Franz Monnem/Núcleo de Estudos Ciganos - Recife - Ano 2000
 http://www.ushmm.org/education/resource/roma/roma.php

Os anos passam e as histórias devem ser contadas,
sem desculpas e sem falso sofrimento,
sem minimizações, sem folclore.
Apesar de tudo, porque da alegria e da desconfiança?
Apesar de sempre, hoje relembramos,
amanhã lutaremos de novo e assim por diante,
porque caminhar é preciso. Sempre.
Cozinha dos Vurdóns - um projeto da AMSK/Brasil

Comentários

  1. Sastipê,queridas! Parabéns pela escolha deste texto de Frans Moonen,é um dos mais esclarecedores que já li! Não existirá jamais,pelo resto da eternidade,perdão ou atenuantes que possam apagar esta nódoa tenebrosa da história da humanidade!Este horrendo crime perpetrado contra pessoas inocentes,tendo como palco a Europa,nunca deverá ser esquecido e, somado à outros genocídios mundiais(como as bombas sobre Hiroshima e Nagasaki,o genocídio armênio pelos otomanos,o extermínio de índios nas Américas,a escravidão dos povos da África pelos colonizadores europeus,etc)é a prova definitiva até onde pode chegar a maldade humana,o preconceito e o orgulho da crença na supremacia racial! Que Dhiel nos dê a Paz e que Sara nos ilumine sempre!Beijos !

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    1. Esperamos apenas que haja luz, que haja esperança num futuro melhor e mais igualitário, seja ele quem for, aonde estiver, em qual momento da vida e vestido de todas as cores com que dhiel pintou o mundo.

      bjs grandes

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  2. Foi bom ler e conhecer um pouco dessa história...


    abraço
    Daniel Deywes
    http://feitonahora.blogspot.com

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    1. Foi bom saber que passou por aqui, leu e gostou do que leu. Nessa cozinha se conversa tanto que as vezes apenas cozinhamos palavras.

      bjs de todas nós

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  3. Seguir um caminho, sempre.
    7 beijos brilhantes

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    1. 7 obrigadas, 7 abraços e um infinito de esperanças para todas nós.

      bjs grandes

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  4. Têm razão, as histórias devem ser contadas sem falso sofrimento e sem folclore.
    Dizem que não sabemos o que somos capazes de aguentar até que a vida nos põe à prova, oxalá não tenhamos essa experiência nunca.
    Os homens podem chegar a ser tão monstruosos e a História tão arrepiante, que eu prefiro pensar que cada pessoa sofreu o seu próprio calvário, e talvez nem chegou a compreender que se tratava de um horror a uma escala difícil de suportar para uma mente bem formada.

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    1. As vezes tentamos imaginar o que pensavam, do abandono que sentiam, da inexistencia de possibilidades, da fraqueza e da decepção. Não chegamos nem perto. preferimos pensar que não foi em vão.

      bjs de todas nós.

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  5. Excelente documento

    Grato pela partilha
    Que nunca lhe doam as mãos

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  6. Que nunca lhe cansem os olhos e que não deixe de se sentar e conversar na cozinha dos vurdóns, que também é vossa.

    bjs grandes

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  7. é sempre bom lembrar a história para que ela não se repita, né?

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    1. É isso aí chef, especialmente dar conhecimento do que foi a tragetória dos ciganos nesse período negro da humanidade, fato este desconhecido para muitos.

      bjs de todas nós.

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  8. É fundamental "LEMBRAR" o erros, os desastres,do passado: ESTE foi o maior, sem dúvida, foi mesmo "incomparável" digam o que disserem! Até há os tais "negacionistas" a dizer que "isso nunca aconteceu".
    Não faz mal, o mal é deles!
    E nós estamos cá para não esquecer e o grupo a que pertencemos é ENORME!
    Grande beijo para todas
    P.S. A Isabel pediu para comunicar a todas as amigas e amigos que está sem portátil há uns dias...

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    1. Os negacionistas ... sem palavras Falcão. Bem lembrado, o dia deles chega, como chegou o de muitos que seguem a mesma linha.

      bjs grandes de todas nós.
      (portátil é leptop? ou computador?)

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  9. É o computador. Não sei o que é leptop(?).
    Já estou de volta! Desde sábado à tardinha que estava sem o computador. Avariado. E ainda precisa doutro arranjo. Para a semana...
    Muito obrigada Maria João.

    É esclarecedor este texto.É preciso não esquecer a história, para não deixar repetir os erros.
    7 beijinhos

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    1. Seja bem vinda, que bom que resolveu, pelo ao menos em parte. Leptop é um computador portátil e não fixo.

      bom vê-la por aqui, são os hábitos, sentimos falta da sua opinião.

      bjs das 7

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